Caríssimos amigos, encontramo-nos numa época muito especial, que adoro, o natal, onde reina a paz, o amor, o carinho e muito, muito consumismo. Esquecemo-nos muitas vezes do mais importante, que é a família e os amigos, que estão sempre lá, quando mais precisamos, tipo suporte, o nosso porto seguroNeste natal, façamos uma retrospectiva do ano e valorizemos somente as coisas que nos fizeram sentir bem, nada de rancor, porque o rancor é inútil e doloroso. Dói mais a quem o sente do que a quem o causou, logo é uma dupla “pedrada”. E mal é mal, seja qual for a justificação que o mundo lhe queira dar.
O rancor torna a alma míope, mesquinha e ressentida. Por isso me questiono. Qual a sua utilidade? Servir o nosso orgulho? Dar força às nossas queixas? Defender-nos do sofrimento? Ao contrário, para o perdão encontro imensa utilidade. Falo de mim, claro, dos outros não posso falar. Para mim, perdoar é uma forma de libertação radical.
Muito, muito AMOR, o amor é sempre uma dádiva é um presente do universo, como diz Fernando Pessoa, amar faz bem a pele, a alma, faz-nos acordar de manha e ver que mesmo quando o céu esta carregado de nuvens escuras que teimam não desaparecer, o sol está lá…é bom dar e receber amor…e pode ser sempre um bom presente de natal.
Deixo-vos aqui uma citação para este Natal
«Sereis aquilo que for o vosso desejo mais profundo. Aquele que for o vosso desejo, tornar-se-á a vossa intenção. Aquela que for a vossa intenção, tornar-se-á a vossa vontade. Aquela que for a vossa vontade, tornar-se-á a vossa acção. Aquela que for a vossa acção tornar-se-á o vosso destino» (escrito védico - Upanishades)
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